O Primeiro-Ministro acusa os sindicatos de estarem presos ao passado, defendendo que Portugal precisa de sindicalistas com arrojo. As críticas dirigem-se à CGTP-IN e UGT, após o fracasso da concertação social. Questiona-se se os sindicatos estão desatualizados ou continuam essenciais, e se o Governo moderniza o trabalho ou ataca quem o defende.
Intervenção de Hermes Augusto Costa (FEUC/CES).