A ministra do Trabalho considera decisiva a reunião de 7 de maio sobre alterações à lei laboral. A UGT rejeitou a última proposta do Governo, que deu 15 dias para reflexão. O executivo quer alcançar um entendimento, mas o impasse persiste. A discussão abrange matérias como contratos de trabalho, organização do tempo de trabalho e o equilíbrio entre competitividade empresarial e direitos dos trabalhadores.