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07-12-2016        

Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (1979), especialista em Medicina do Trabalho pela Fundacentro (1980), mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (1992) e doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (2004). Professora associada do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, onde desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de Saúde Coletiva, com ênfase nos temas: Desenvolvimento, Saúde & Ambiente e Saúde do Trabalhador. Sua linha de pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFC é Produção, Ambiente, Saúde e Cultura no Nordeste Brasileiro. Através do Núcleo TRAMAS - Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, por ela coordenado, concluiu projetos de pesquisa sobre conflitos socioambientais em curso no Ceará, tais como: industrialização, carcinicultura, indústria calçadista e agrotóxicos, todos apoiados pelo CNPq. Atualmente conduz investigações sobre a política nacional de irrigação e agronegócio; agrotóxicos e câncer; e mineração de urânio no Ceará. Foi Conselheira Titular do Conselho Nacional de Saúde. Participa do GT Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva -Abrasco e da Rede Brasileira de Justiça Ambiental.

1- Poderia falar um pouco do seu percurso académico, profissional, político e a maneira como eles convergiram para os seus principais temas de atuação, nomeadamente na tentativa de cruzar, conciliar, articular essa produção de conhecimento com a intervenção em programas socio-ambientais.
2- Como é que poderíamos aprender sobre como se constitui área da saúde do trabalhador, como é que ela surgiu no Brasil?
3- Passamos para esse grande tema ao qual o seu nome está muito associado que são os agrotóxicos no Brasil, que são um problema gigantesco, provavelmente o Brasil será o maior consumidor de agrotóxicos do mundo.
4- O relatório publicado para a Abrasco sobre o tema agrotóxicos, tem um ponto muito interessante, fala da relação entre os agrotóxicos e o problema da água, que é um problema especialmente do Sul.
5- Perguntaria como é que surgiu esta experiencia, O Tramas, e que balanço é que faz? O que tem sido conseguido com esse processo?
6- Houve alguma transformação por exemplo, na hora de produzir o próprio trabalho académico, por exemplo na formação de estudantes que fazem mestrado, que fazem doutorado, nas próprias teses, da maneira como se organiza a própria defesa das teses?
7- Houve alguma consequência, por exemplo, no recrutamento de estudantes para a universidade, mais recrutamento junto das comunidades, juntos dos movimentos, a partir desse tipo de experiência?
8- Qual tem sido a resposta da universidade, em geral?
9- A partir desta experiência poderia sugerir umas ideias para que a Europa se possa repensar e reinventar?




 
 
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João Arriscado Nunes



 
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